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Também existe
uma consciência crescente de que as
ferramentas de EA precisam de suportar
a integração e a análise de um leque
alargado de informação e comunicar
essa informação aos vários stakeholders
(partes interessadas). Só assim as
ferramentas de EA poderão suportar
as estratégias de negócio de forma
eficaz.

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A maior parte
das ferramentas tiveram origem na
modelação ou em repositórios de metadados.
As ferramentas que evoluíram a partir
da modelação costumam ter melhores
capacidades de visualização, enquanto
que aquelas que evoluíram a partir
de repositórios têm normalmente melhores
capacidades de gestão e de importação/exportação.
Mas há medida que este mercado atinge
níveis de maturidade mais elevados,
os fornecedores estão a melhorar as
capacidades das suas ferramentas.
Outra característica
deste mercado é a prevalência dos
pequenos fornecedores. Das 12 empresas
incluídas no Magic Quadrant de 2006
da Gartner, só três estão cotadas
em bolsa. Das restantes, duas são
mesmo fornecedores de ferramentas
EA que aparecem pela primeira vez
no Magic Quadrant.
Apesar do sucesso
deste mercado em conquistar novas
empresas, uma tendência que deverá
continuar nos próximos anos, a crescente
prevalência dos standards irá conferir
alguma protecção aos utilizadores.
Por outro lado, como os produtos de
EA são utilizados principalmente para
planeamento, e não tanto para propósitos
operacionais, o impacto das alterações
do mercado poderá ser gerido mais
facilmente.
Definição/descrição
do mercado
Os arquitectos
empresariais precisam de conjugar
informação sobre vários assuntos,
incluindo aplicações, dados (estruturados
e não estruturados), tecnologia de
vários tipos, interfaces, processos
de negócio, e estruturas organizacionais.
De igual modo, precisam de compreender
e de representar as relações entre
toda essa informação, bem como comunicá-la
aos seus stakeholders.
No "Gartner Enterprise
Architecture Framework: Evolution
2005", a Gartner descreveu uma abordagem
para a estruturação de conteúdo EA
com base num mínimo de três pontos
de vista de arquitectura fundamentais
- negócio, informação, e tecnologia
- e com base na relação da informação
com a arquitectura solução, que é
um cosposto de outros pontos de vista.
Também deverá existir a capacidade
para relacionar esse conteúdo com
a estratégia de negócio e com as tendências
ambientais.
Muitas empresas
começam pela utilização de ferramentans
de diagramas e folhas de cálculo para
documentar as suas arquitecturas.
Apesar destes meios poderem ser úteis
inicialmente, é extremamente difícil
assegurar a consistência destes documentos,
uma vez que os artefactos aparecem
em múltiplos locais. Por exemplo,
uma aplicação pode aparecer num diagrama
relativo a um servidor, noutro relativo
a um processo de negócio, e noutro
relativo às interfaces da aplicação.
As alterações
à aplicação podem exigir actualizações
em todos os diagramas, introduzindo
oportunidades para inconsistências
e faltas de exactidão. As ferramentas
de EA respondem a esta necessidade,
através do armazenamento de informação
relevante num repositório e do fornecimento
de capacidades para estruturar e apresentar
a informação de várias formas. Os
requisitos mínimos de uma ferramenta
de EA são:
- Um repositório.
- Um metamodelo
que suporta os pontos de vista de
negócio, de informação, e de tecnologia,
bem como a arquitectura solução.
O repositório também deve suportar
relações entre objectos nesses pontos
de vista/arquitecturas.
- Capacidade
para criar ou importar modelos e
artefactos.
- Capacidade
para extrair informação do repositório
de modo a suportar as necessidades
dos stakeholders, incluindo extractos
em formulários gráficos, textuais
e executáveis.
Explicação
dos quadrantes
- Líderes.
Os líderes têm um grande leque de
capacidades para suportar EA, combinadas
com a capacidade de disponibilização
a um grupo diverso de stakeholders.
A maior parte dos fornecedores que
constam do quadrante dos líderes
suportam implementações que vão
desde um único desktop até um esforço
de arquitectura gerido e integrado
para responder às necessidades de
um espectro de utilizadores em toda
a empresa.
- Desafiadores.
Os desafiadores executam bem, mas
ainda não demonstram uma visão particular
neste mercado. No gráfico de 2006
não existem fornecedores no quadrante
dos desafiadores.
- Visionários.
Estes fornecedores já demonstraram
inovação neste mercado, mas ainda
terão que apresentar o mix da viabilidade
global, dimensão funcional, execução
de vendas, e acompanhamento dos
registos para passarem para o quadrante
dos líderes. No gráfico só aparece
um fornecedor neste quadrante.
- Fornecedores
de nicho.
Os fornecedores que se encontram
neste quadrante tendem a ter pontos
fortes em muitos aspectos da EA,
sem disponibilizarem um suporte
mais alargado. Alternativamente,
tendem a ter uma experiência mais
limitada com a EA em termos geográficos,
através da falta de enfoque neste
mercado, ou porque são novos no
mercado.
A Mega
A Sinfic é parceiro
da Mega em termos de consultoria e
distribuição (Mega Consulting and
Distribution Partner), pelo que vamos
referir aquilo que a Gartner afirmou
deste fornecedor no documento que
serviu de base a este texto.
As ferramentas
da Mega fornecem uma boa profundidade
e abrangência, combinadas com uma
interface atractiva com o utilizador.
Um exemplo, desta interface com o
utilizador é o gerador de relatórios
baseados em wizard, que permite a
construção de queries de forma interactiva.
Uma melhoria recente e bem vinda -
disponível apenas em mais duas ferramentas
- é a capacidade de gerar diagramas
rapidamente, evitando a necessidade
de colocar manualmente itens individuais
num diagrama. Actualmente, a Mega
só suporta essa capacidade para alguns
tipos de modelos, embora planeie alargá-la
a notações de modelação adicionais.
Outra funcionalidade
atractiva é a capacidade para esconder
objectos em diagramas. A mega começou
por ter um enfoque europeu e, além
da sua base em Paris, estabeleceu
uma pequena presença na América do
Norte. Durante 2005, cresceu de forma
significativa nos Estados Unidos,
particularmente no sector governamental,
apesar deste crescimento ter sido
conseguido a partir de uma pequena
base. Se a Mega conseguir manter este
momentum, conseguirá fornecer confiança
adicional aos clientes potenciais
e actuais dos Estados Unidos.
Finalmente, há
a referir que a Mega tem uma abordagem
sofisticada em termos de marketing,
com um programa graduado de actividades
orientadas a várias funções, desde
os CEOs até aos arquitectos da linha
da frente. Considere a Mega quando
procurar uma ferramenta bem balanceada
e fácil de utilizar. Há ainda o facto
de ter uma presença significativa
na Europa Ocidental.
Baseado num
documento da Gartner com o título
"Magic Quadrant for Enterprise Architecture
Tools, 1Q06"
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